quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Grand Canyon

O Grand Canyon é uma gigantesca falha no terreno, tendo cerca de 440 quilômetros de extensão, quase dois quilômetros de profundidade e largura variando entre 200 metros a 27 quilômetros. Localiza-se no noroeste do estado americano do Arizona e recebe mais de 5 milhões de visitantes por ano.



O vento, a chuva e a erosão são os responsáveis pela construção desta maravilha da natureza. O rio Colorado também contribuiu para a sua formação, sendo que ao longo dos séculos foi abrindo caminho por entre as rochas, criando uma incrível corredeira entre os paredões de rocha.


Para conhecer o Grand Canyon você pode optar por três principais pontos: a borda norte (North Rim), a borda sul (South Rim) e também o lado oeste (West Rim). Embora as bordas sul e norte estejam a menos de 20 quilômetros de distância, elas são bem diferentes. A borda norte é cerca de 300 metros mais alta do que a borda sul, sendo também mais distante das principais cidades e tendo menos infra-estrutura do que a borda sul. É importante optar pelo lado que mais lhe agradar, porque para ir da borda sul até a borda norte, embora seja possível avistá-la, será necessário percorrer centenas de quilômetros para chegar de carro até a outra borda.

O West Rim é administrador por índios, sendo independente do Grand Canyon National Park. Lá se localiza o Skywalk, incrível plataforma de vidro construída sob o canyon, proporcionando lindas vistas. É o ponto de visitação do canyon mais próximo a Las Vegas.

Como a maioria dos turistas, optamos por conhecer o South Rim, que é a borda com melhor infra-estrutura e diversas opções de atividades, indo do alpinismo até caminhadas por trilhas no desfiladeiro do canyon.

De Las Vegas até o Grand Canyon são aproximadamente 440 km. Uma boa opção é pegar a histórica Rota 66 (Route 66) na cidade de Kingman, já no estado do Arizona, e nela seguir até Williams, cidade conhecida por ser a porta de entrada ao Grand Canyon. A estrada é bem conservada e, tirando o trecho sinuoso que passa pela represa Hoover Dam, é praticamente só reta. Embora a tentação de pisar fundo seja grande, observe a sinalização dos limites de velocidade.


A entrada do Grand Canyon National Park custa $25 dólares por carro, válida por 7 dias consecutivos. Além de dinheiro, aceita-se cartões de crédito.

Ao chegar no parque, você pode deixar o carro no primeiro estacionamento e utilizar o sistema de transporte público gratuito do parque, que para nos principais pontos e tem uma boa frequência.

Caso prefira, pode seguir de carro percorrendo o trajeto do ônibus. Não é permitido fazer de carro o caminho do ônibus vermelho (Hermists Rest Route). Assim, você deverá estacionar no Grand Canyon Village e lá seguir de ônibus.

Após conhecer o Market Plaza, uma opção é pegar a linha Azul (Village Route) e ir até o Grand Canyon Village.


No Grand Canyon Village, pegue a linha vermelha (Hermists Rest Route). Esta linha passa pelos principais pontos de observação e começo de trilhas pelo desfiladeiro que levam até a base do canyon.

Fomos descendo em todos os pontos. Após descer, o ponto de observação principal está a alguns metros de caminhada, sendo bem sinalizado. Cada ponto oferece vistas incríveis do Grand Canyon e em algumas delas é possível avistar o rio Colorado.


A distância entre alguns pontos do ônibus é curta, sendo convidativa para uma caminhada. A trilha oferece lindas vistas do Grand Canyon. Observe a distâncias entre um ponto e outro no mapa que lhe entregaram ao pagar a entrada. Como o ônibus demora de 15 a 20 minutos para passar, pode ser mais rápido ir caminhando até o próximo ponto de observação.


Mesmo que você não tenha a intenção de descer até a base do Canyon, vale a pena pelo menos caminhar um pouco em uma das trilhas que leva até a base.

Após chegar ao último ponto da Hermist Rest Route, pegue o mesmo ônibus até o Grand Canyon Village e depois pegue novamente a linha azul até o Market Plaza.


Chegando novamente perto do estacionamento, pegue desta vez a rota verde (kaibab Trail Route). O trajeto desta linha é curto, mas também tem bons pontos de observação.

Um bom mirante é o Desert View, que tem uma torre de observação e acessível por carro. Infelizmente não deu tempo para irmos até lá.

Onde ficar

No South Rim, há algumas opções de hospedagem dentro do Grand Canyon National Park. Os preços costumam ser um pouco elevados. Recomenda-se reservar com antecedência.
Uma opção com preços mais acessíveis é ficar hospedado em uma cidade próxima ao Grand Canyon. A cidade Tusayan fica a cerca de 15 km da entrada do parque. Outra opção é ficar na cidade de Williams (distante cerca de 100 km da entrada do parque), que tem diversos hotéis e também bares e restaurantes típicos do Arizona.

A cidade de Flagstaff, fica depois de Williams e oferece um típico clima de velho-oeste, com muitos bares típicos. É também uma boa opção de hospedagem na região. Fica próximo de Sedona.

Dicas

- Os melhores horários para fotos do Grand Canyon são no início da manhã ou ao entardecer, quando o sol está refletindo nas rochas.
- No verão as temperaturas são elevadas. Procure andar sempre com uma garrafa d'água.
- Para fazer um bate-volta ao Grand Canyon desde Las Vegas, procure sair bem cedo para chegar ao parque por volta do meio-dia.
- Um passeio interessante é ir de trem ao Grand Canyon desde a cidade de Williams (Grand Canyon Railway - http://www.thetrain.com/).
- Em Las Vegas, várias agências oferecem passeios ao Grand Canyon. Existem passeios de ônibus, avião e até helicópetro. Em sites como o Expedia.com você pode conhecer e fazer reservas para os passeios / tours.
- Uma excelente aventura no Grand Canyon National Park é fazer uma das trilhas que levam até a base do canyon. O South Rim oferece várias trilhas que levam até a base. As trilhas são muito longas e recomenda-se não descer e subir no mesmo dia. Em horários pré-determinados o parque oferece guias que iniciam a trilha com as pessoas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Rota 66 / Route 66 - de Las Vegas ao Grand Canyon

Estávamos em Las Vegas e decidimos fazer um bate-volta ao Grand Canyon. Pela rota mais rápida são aproximadamente 440km. Se você optar por pegar a Rota 66 (Route 66) a distância aumenta um pouco mas você irá passar pela estrada mais famosa do mundo, presente em muitos filmes e na história americana. Saímos bem cedo de Las Vegas rumo ao Grand Canyon National Park.

O Grand Canyon possui três acessos principais, cada um com suas belezas e atrações. Grande parte dos turistas optam pelo lado sul (South Rim). Mas também tem o lado norte (North Rim), que é mais selvagem e, o lado West (West Rim), administrado por índios, sendo onde localiza-se o Skywalk, plataforma de vidro sob o Grand Canyon. Optamos pelo South Rim, que possui a melhor infra-estrutura. Paga-se uma taxa por carro para visitar o parque, válida por 7 dias.

Nossa primeira parada foi na Hoover Dam, considerada a maior represa do mundo e uma maravilha da engenharia na época em que foi construída, na década de 1930. Localiza-se a aproximadamente 35 quilômetros de Las Vegas. Primeiro você verá um acesso sinalizado para a represa, onde tem um estacionamento pago. Se você continuar no caminho, um pouco a frente, terá lugar para estacionar o carro gratuitamente e apreciar a vista da represa.


Seguimos viagem porque sabíamos que a viagem até o Grand Canyon era bem longa. O trecho que passa pela Hoover Dam é bastante sinuoso. Após este trecho sinuoso é praticamente só reta até a cidade de Kingman.

Em Kingman você tem a opção de continuar na auto-estrada ou então pegar a Rota 66 (Route 66). Kingman localiza-se no meio do deserto do Arizona. À noite costuma fazer frio e no inverno costuma nevar.

Optamos pela Rota 66 e não nos arrependemos. A estrada é incrivelmente reta, bem conservada e com uma paisagem incrível e muitos pontos interessantes para parar.

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As curvas são muito raras...

Pelo caminho passamos por um clássico motel americano.


Em Peach Springs, em plena Rota 66, estão as Carvernas do Grand Canyon (Grand Canyon Caves). Você desce cerca de 20 andares por um elevador especial e pode fazer tours guiados que duram cerca de 45 minutos.


Chegamos então em Seligman, cidade que respira e conserva muita coisa relacionada a Rota 66 (Route 66) e serviu de inspiração para a animação Carros da Disney. Reserve um tempo para explorar a cidade.



Neste trecho tem muitas placas da Rota 66...


A Rota 66 nos levou direto para a cidade de Williams, em pleno deserto do Arizona. A cidade é a porta de entrada para o Grand Canyon. É uma cidade bem agradável que possui muitos bares nostáugicos e restaurantes clássicos temáticos à Route 66.


A cidade de Williams possui vários hotéis no estilo inn. Se você tiver a intenção de dedicar alguns dias para exlorar o Grand Canyon, pode optar por se hospedar em Williams, distante cerca de 1 hora do Grand Canyon. Verifique o nível de combustível e aproveite para abastecer o carro em Williams, para evitar ficar sem combustível em pleno deserto...

De Williams ao Grand Canyon você sai da Rota 66 e pega outra estrada, também de mão-dupla e bastante reta. Antes da entrada do Grand Canyon National Park localiza-se a cidade de Tusayan, uma boa opção de hospedagem para quem quer explorar o Grand Canyon. Nesta cidade tem opções de restaurantes e os tradicionais fast-foods americanos.

Finalmente, depois de cerca de 6 horas de viagem, chegamos ao Grand Canyon, que será o tema do próximo post.

domingo, 17 de outubro de 2010

Rota 66 / Route 66 - De São Bernardino a Las Vegas

A histórica Rota 66 ou Route 66, estrada mais famosa do mundo, mantém trechos bem conservados e convidativos a serem percorridos, com muitos atrativos e paradas obrigatórias no trajeto.

Uma boa opção para iniciar a viagem pela Rota 66 (Route 66) é por Santa Monica, mas precisamente no pier de Santa Monica, cidade próxima a Los Angeles. Assim, é possível visitar Los Angeles e seus arredores antes de pegar a estrada, que vai até Chicago.

Antes de iniciar a viagem, é importante realizar um planejamento do trajeto, montando um guia para ser seguido durante sua viagem pela Rota 66.

Iniciamos nossa viagem em San Diego, na Califória e tínhamos como destino Las Vegas, no estado de Nevada. Tínhamos a opção de ir pela auto-estrada ou então pegar a Rota 66 (Route 66) em São Bernardino ou Victorville e nela seguir até a cidade de Barstow.

Optamos pelo trajeto que incluía a Rota 66. Assim, pegamos a auto-estrada em San Diego, após dar mais uma passada no Las Americas Premium Outlet para fazer as últimas compras. A primeira parada seria em San Bernardino.

Ao chegar em San Bernardino podemos notar a proximidade com o deserto. Lá estava muito quente e estávamos no outono. Em San Bernadino, não deixe de visitar o primeiro McDonald's, que hoje funciona como um museu que conta a história do restaurante (entrada gratuita). Aproveite para pedir algumas dicas sobre o trajeto.


Há poucos postos de combustíveis no trajeto. Por isso, gerencie o nível de combustível para não acabar com o carro parado em pleno deserto!

De San Bernardino seguimos até Victorville e lá então entramos na história Rota 66. A estada é de mão dupla e bem conservada. Em Victorville localiza-se um museu da Rota 66.

Na Rota 66 está o Emma Jeans Cafe, a casa do Brian Burger, onde foi filmado Kill Bill. Aproveite para saborear o burger.


Seguindo na Route 66, ficamos impressionados de como a estrada é reta e com a beleza da paisagem desértica. A estrada estava com pouco movimento e encontramos com muitas motos.


Em poucos minutos chegamos a Oro Grande, que está no percurso do ouro bruto do oeste. Dê uma volta para explorar o centro de Oro Grande. Lá você encontrará muitas árvores artificiais cheias de garrafas de vidro, que geram uma melodia.

Um pouco além chega-se ao Polly Gas Station, posto de combustível que mantém um placa com os preços de 50.

A Rota 66 neste trecho passa por muitas pequenas cidades. Escolha algumas para dar uma passada por dentro.

Chegamos em Barstow, cidade que possui dois outlets e um Wal-mart de fáceis acesso. Não deixe de passar na estação de Barstow (Barstow Station) para visitar o McDonald's em vagões da Santa Fé.


Continuamos a viagem até a cidade fantasma (Ghost Town) Calico, a cerca de 18 km de Barstow. A cidade foi fundada em 1881 com 40 pessoas motivadas pela descoberta de minas de prata e bórax. A cidade chegou a ter 1200 habitantes e cerca de 20 saloons. Hoje a cidade é uma atração turística, funcionando como uma ghost-town, com restaurantes, bares e lojas que ainda mantém o clima de velho-oeste.



Paga-se uma taxa para visitar Calico, que funciona diariamente até o por-do-sol. As lojas fecham as 17hs.


Quando chegamos a Calico por volta das 18hs, ainda estava claro mas não havia ninguém na cidade, nem mesmo para receber a entrada. Parecia realmente uma cidade fantasma.

Em Calico pode-se visitar a Maggie Mine, famosa mina de prata do velho oeste.

Após visitar Calico você pode seguir pela auto-estrada em direção a Las Vegas ou continuar na Rota 66, seguindo para o estado do Arizona.

Mesmo que seu destino seja Las Vegas, de Barstow você pode continuar na Rota 66 e a certa altura pegar outra estrada para então chegar na auto-estrada que leva até Las Vegas. Este caminho é bem mais longo do que pegar a auto-estrada já em Barstow.

Como saímos de Calico após o pôr-do-sol, optamos por pegar a auto-estrada. A viagem de Calico até Las Vegas foi por uma rodovia que era incrivelmente reta. Eram raras as curvas. Fomos então direto para Las Vegas.

Dicas:

- Existem poucos postos de combustíveis no caminho, por isso evite rodar com o tanque vazio.
- Atente para os limites de velocidade em cada trecho. Há sinalização informando que a velocidade é fiscalizada por radar.
- Se beber não dirija. Além de ser perigoso, a legislação americana é bastante rigorosa.
- Apesar das estradas e saídas serem bem sinalizadas, um GPS facilita muito a viagem.
- Se precisar de suprimentos, uma boa opção é o Wal-Mart em Barstow.

Carmel-by-the-sea

Carmel-by-the-sea é uma charmosa cidade da Califórnia localizada a aproximadamente 2 horas de carro de São Francisco.

Desde São Francisco ou Los Angeles, pode-se chegar até carmel pela estrada costeira Highway 1 (Pacific Coast Highway). Desde Monterey, pode-se chegar também pela Highway 1 ou pela 17-mile-scenic-drive, estrada com cobrança de pedágio que oferece ótimos mirantes com vistas para o oceano Pacífico.

Ao chegar em Carmel, notamos que se tratava de uma cidade especial, com ruas arborizadas, limpas, restaurantes, galerias de arte, pessoas bem vestidas andando nas ruas...

No verão tem um trolley gratuito que leva aos principais pontos turísticos da cidade.

Contudo, a cidade nos pareceu bem convidativa para ser explorada a pé. Ao chegar em Carmel, uma dica é procurar por mapas da cidade com roteiros a serem feitos a pé, passando pelas principais atrações da cidade.

Estacionamos o carro e caminhamos pelas charmosas calçadas, sendo que algumas delas ficam afastadas da rua protegida por árvores. Caminhamos até a praia. A vista é muito bonita mas não tivemos coragem para enfrentar as águas frias do Pacífico, ainda mais que já estávamos no final do dia.

Ao cair da noite, percebemos que praticamente não há iluminação pública em Carmel. As ruas estavam iluminadas pelas luzes das casas, restaurantes e lojas. A iluminação peculiar ajuda a conferir um clima especial para a cidade.


Optamos por ficar hospedados na cidade vizinha de Monterey, que tem muitas opções de hospedagem e também preços razoáveis. Contudo, caminhando por Carmel, podemos ver muitas pousadas charmosas.

Nossa passagem por Carmel foi curta mas deu pra perceber que a cidade é muito agradável e convidativa para uma hospedagem mais longa.

Saímos de Carmel e retornamos a Monterey pela Highway 1. A viagem é bem curta, algo em torno de 10 minutos.

domingo, 10 de outubro de 2010

San Diego

Iniciamos nossa viagem pela Pacific Coast Highway (H1) em São Francisco e, após percorrer aproximadamente 850km chegamos em San Diego, na Califórnia, bem na fronteira com o México.

San Diego encanta pelo clima agradável, belos parques, boas praias, ruas limpas e arborizadas e pela excelente qualidade de vida.

A cidade de San Diego é antitabagista, antialcólica, segura, oferece entretenimento para todos os gostos, desde surfe até shows com orcas no SeaWorld.

Neste post, apresento algumas dicas para você aproveitar ao máximo sua viagem pela Califórnia.

Onde ficar

Em San Diego você encontra uma boa variedade de hotéis. A região Hotel Circle concentra muitos hotéis do estilo "inn", como Quality Inn, Confort Inn, Super 8, Howard Johnson, Best Western... com fácil acesso aos principais pontos da cidade. Se você estiver de carro, é uma boa opção de hospedagem.
Se você estiver sem carro e pretender utilizar o excelente sistema de transporte público da cidade, uma boa opção é ficar no centro (downtown). Os valores das diárias geralmente são mais elevados, mas existem opções econômicas na Pacific Highway.

Transporte

San Diego possui um bom sistema de transporte público, com ônibus e trem (trolley), cobrindo os principais pontos da cidade.
Contudo, para maior liberdade é bom alugar um carro. A cidade é bem sinalizada e o trânsito é tranquilo.

Compras

O cenário para compras em San Diego é bastante animador. Além de bons shoppings, como o Horton Plaza no centro e o Fashion próximo ao Hotel Circle, tem também um excelente outlet, o Las Americas Premium Outlet, que localiza-se em San Ysidro, bem na fronteira com o México.
Se estiver de carro cuidado para não perder a saída e ir parar na fronteira com o México...
Para comprar souvenir, vá até o Seaport Village (perto do centro) ou até Old Town.

Principais atrações e pontos turísticos

Sea World

O famoso Sea World está presente em San Diego, trazendo os principais shows apresentados em Orlando, como o Believe e o Blue Horizons e também algumas atrações diferentes. Pode-se chegar ao parque facilmente com o transporte público.

Balboa Park

O Balboa Park localiza-se na região central de São Diego e oferece dezenas de museus. Oferece estacionamento gratuito e também um ônibus gratuito que leva aos visitanes desde o estacionamento central até as principais atrações.
O parque oferece atrações para preencher vários dias. Assim, procure definir com atencedência o que deseja conhecer dentro do parque, para dividir o tempo entre as atrações.

San Diego Zoo

O zoológico de San Diego localiza-se dentro do Balboa Park e é considerado um dos melhores do mundo. Dentro do zoológico os visitantes podem pegar um ônibus ou andar de teleférico. Dentre as atrações, tem o urso panda. A entrada é um pouco salgada, custando cerca de $37 dólares.


Old Town

É uma mini-cidade com clima de velho oeste, contando com muitas lojas e bons restaurantes. O clima no local é bastante agradável. Não deixe de conhecer o restaurante mexicano Fiesta de Reyes, que conta com animados repentistas.

Seaport Village

É um shopping a céu aberto, com várias lojas e restaurantes. Bem arborizado e com belas vistas para o mar. De lá saem vários passeios aquáticos.


Embarcadero

Após visitar o Seaport Villagem, continue caminhando pela orla até o Embarcadero. Lá você encontra uma estátua gigante de um marinheiro abraçando a namorada, o museu USS Midway e o Maritime Museum of San Diego.


Little Italy

Na região central de San Diego localiza-se o Little Italy, com vários restaurantes italianos, local bastante movimentado à noite.

Cabrillo National Monument

Este monumento no topo da península foi construído em 1913. O monumento também é um parque nacional e oferece lindas vistas. Paga-se uma entrada por veículo.

Gaslamp Quarter

É um região que abrange aproximadamente 16 quadras no centro de San Diego, com diversos restaurantes, bares e boates (nighclubs). O local fica bastante movimentado à noite.

Coronado

Uma ponte conecta o centro de San Diego a Coronado, que possui graciosas ruas e lindas praias, que são muitas vezes frequentadas por golfinhos. Coronado oferece um bom calçadão e possui um excelente hotel, o Hotel del Coronado.

Legoland

Próximo a San Diego, em Carlsbad, localiza-se o Legoland, parque construído de lego voltado ao público infantil.

Praias

As melhores praias ficam um pouco longe do centro de São Diego, mas podem ser facilmente acessadas de carro ou com o transporte público.

La Jolla

Espanhol para jóia, La Jolla é uma linda praia. A região é habitada por uma grande variedade de peixes, focas e aves. Oferece um bom calçadão para caminhadas e lindas áreas verdes. O local é bastante agradável, com bons restaurantes e lojas de griffe.



Imperial Beach

A Imperial Beach é uma excelente praia para a prática do surf.


Mission Bay Park

É o maior parque aquático dos Estados Unidos, com 27 milhas de caminhos para caminhadas e ciclismo, com vastas áreas para piquiniques. A baía é um ótimo lugar para a prática de esportes como jetski e caiaque. Possui amplas áreas de estacionamento.


Pacific Beach

Praia bastante frequentada pelos locais. Oferece um bom calçadão a beira-mar, convidativo para uma boa caminhada contemplano o Oceno Pacífico e a costa da Califórnia.

Monterey (California)

A bela Monterey localiza-se a cerca de 2 horas de carro de São Francisco e oferece um clima bastante agradável, convidativo para boas caminhadas.

Em Monterey, um bom passeio é percorrer a 17-mile-drive, estrada pedagiada até Carmel que oferece lindas vistas.

O Cannery Row conta com muitas lojas e restaurantes, sendo bastante convidativo para uma boa caminhada.


O Aquarium de Monterey é bastante elogiado, contando com muitas espécies de peixes e lindos tanques.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Pacific Coast Highway (Highway 1 / Route 1)

A Highway 1 (H1), California 1 ou Route 1, conhecida como Pacific Coast Highway, é a maior estrada costeira da Califórnia e uma das estradas cênicas mais bonitas não só dos Estados Unidos, mas do mundo. A paisagem é deslumbrante, principalmente no trecho do Big Sur.


A Pacific Coast Highway (Highway 1 / H1) possui cerca de 1.040 quilômetros de extensão, passando por importantes cidades da Califórnia. A rodovia oferece inúmeras atrações ao longo do seu trajeto.


Uma sugestão de roteiro é iniciar a viagem em San Francisco e seguir pela Pacific Coast Highway até San Diego, cidade próxima a Tijuana, no México. Este sentido é indicado porque você estará na mão certa para parar nos mirantes, que não são poucos e cada um oferece uma linda vista do Oceano Pacífico e da costa da California.

Nossa viagem iniciou em San Francisco na Califórnia. Saímos do hotel rumo a Pacific Coast Highway. Com a ajuda do GPS, foi bem fácil pegar a estrada.

A estrada é muito bem conservada e cheia de mirantes. Por isso, é importante reservar um tempo para apreciar a vista dos diferentes mirantes.


Pelo caminho você passará por belas cidades da Califórnia, como Monterey, Carmel, Solvang, Santa Barbara, Malibu, Santa Monica...


Uma parada imperdível é no Pidgeon Point Lighthouse, farol construído em 1871 para orientar os navios na costa do Pacífico que trafegam pela costa da Califórnia.



Após várias paradas nos mirantes e para almoçar no caminho, chegamos até a cidade de Monterey. A cidade é bastante agradável e tem uma boa concentração de lojas e restaurantes no Cannery Row.

Depois de Monterey você pode continuar na H1 até a linda cidade de Carmel-by-the-sea, cidade que praticamente não tem iluminação pública, sendo iluminada apenas pelas luzes das casas, lojas e restaurantes. É uma cidade bastante charmosa, cheia de restaurantes. Lá localiza-se o Monterey Bay Aquarium, um excelente e famoso aquário.

Outra forma de chegar até Carmel, desde Monterey, é pela 17-mile-drive, estrada cênica onde há cobrança de pedágio. Esta estrada oferece lindas vistas do Oceano Pacífico. Se estiver com tempo sobrando, é uma boa opção.

Continuamos nossa viagem pela H1 a partir de Carmel. É impressionante como a todo momento surgem mirantes com vistas imperdíveis. No caminho você pode parar no Point Lobos, para ver leões marinhos (paga-se para entrar).



A Bixbi Bridge é uma ponte que foi construída em 1932 e se destaca por sua arquitetura. Antes de atravessá-la tem um bom mirante. Existe uma trilha que você pode seguir para ter uma boa visão da ponte.


Em pouco tempo chega-se a região do Big Sur (40km de Carmel e que segue até San Simeon), trecho com bastantes curvas e que requer atenção. As vistas dos mirantes do Big Sur são imperdíveis.

Recomendo uma parada no Big Sur River Inn, onde tem hotel, posto de combustível, restaurante e loja de conveniência. Dê uma olhada nas instalações do hotel.

A cachoeira Mc Way Creek é um daqueles locais onde não economizamos fotos. Essa paisagem deslumbrante não pode ser avistada da estrada. Você deve entrar no parque estadual Julia Pfeiffer Burns.

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Deixe o carro no estacionamento e caminhe até o mirante de onde se avista a cachoeira, passando por um túnel. As águas da cachoeira despencam direto nas areias brancas da praia. Visando preservar o local, não é permitido descer até a baía.


Em alguns mirantes é possível avistar leões marinhos, tomando sol, brincando e fazendo sons característicos.


Seguindo pela Pacific Coast Highway você chega até San Luis Obispo, boa parada para abastecer o carro e fazer alguma refeição.

Você pode sair um pouco da Pacific Coast Highway para conhecer a bela cidade de Solvang, que foi fundada pelos dinamarqueses e ainda conserva suas raízes. Solvang é uma mini-Copenhagen no meio da California. Mesmo que não tenha tempo para parar, acho que vale a pena passar por dentro da cidade para conhecê-la.

De Solvang você pode prosseguir rumo a Santa Barbara, considerada a riviera americana.

De volta a H1 você vai passar por pontos interessantes, como as praias de Malibu e Santa Monica.

Quando passamos por Malibu por volta das 17 horas, a cidade estava encoberta pela neblina. No posto que paramos para abastecer, uma pessoa nos disse que a neblina é bastante comum em Malibu.

Uma boa pedida é parar no famoso pier de Santa Monica, que é o final da Route 66. O pier tem um parque de diversões, lojas e restaurantes. Aproveite para tirar uma foto no banco do Forest Gump no restaurante Buba Gump. Do pier você pode ir caminhando até o belo shopping Santa Monica Place.


Após Santa Monica você passará por Los Angeles, trecho em que a Pacific Coast Highway fica bem movimentada.

Este trecho da Pacific Coast Highway é bem demorado por passar dentro da grande Los Angeles, com vários semáfaros.

Como já era tarde, optamos por sair da Pacific Coast Highway e pegar um caminho mais rápido para chegar em San Diego.

Finalmente chegamos na agradável cidade de San Diego, que será o tema do próximo post.

A Highway 1 proporciona uma boa visão da California e do jeito californiano de viver.

Dicas sobre a Pacific Coast Highway:

- O sentido recomendável é de San Francisco a Los Angeles, pois assim se terá o mar à sua direita e estará na mão certa para parar nos mirantes.
- De San Francisco a Los Angeles ou San Diego é um longo caminho. É possível percorrer todo o trajeto em apenas um dia, mas será cansativo e você terá pouco tempo para apreciar os mirantes.
- O ideal seria fazer uma parada no meio do caminho para dormir. Sugestões: San Luis Obispo ou Santa Barbara.
- Não deixe de conhecer as cidades de Monterey e Carmel-by-the-sea, a cerca de 2:30 horas de São Francisco.
- O trecho da Big Sur tem bastante curvas. Cuidado para não mergulhar com o carro no Oceano Pacífico!!!
- Procure olhar a previsão do tempo, para fazer a viagem em um dia ensolarado.
- Abasteça o carro antes de iniciar a viagem, pois há poucos postos de combustíveis na Pacific Coast Highway e os preços geralmente são mais caros que os de São Francisco, Los Angeles ou San Diego.